Câmbio automático: 3 cuidados essenciais

Câmbio automático: 3 cuidados essenciais

O equipamento que antes estava presente apenas nos carros de luxo, ganhou espaço, se popularizou e hoje é encontrado em modelos de todas as categorias de mercado. Pelo conforto, praticidade ou alguma necessidade especial do motorista. Seja qual for o motivo, já não é de hoje que o câmbio automático caiu no gosto dos brasileiros. 

De acordo com estimativas de especialistas, a previsão é de que, até 2030, 90% da frota no Brasil vai contar com a tecnologia de câmbio atualizada. Já a partir de um levantamento da Bright Consulting, entre janeiro e junho de 2021, 55,5% dos veículos emplacados no país eram equipados com transmissão automática e suas variações – enquanto os manuais representaram 44,5% dos emplacamentos.

Agora, seja para aqueles que já contam com a praticidade de não precisar se preocupar com a marcha ou para os que pretendem ter o câmbio automático no próximo carro, é fundamental saber que – assim como todos os outros itens do veículo -, alguns cuidados vão fazer a diferença na durabilidade do sistema de funcionamento do câmbio. 

Reunimos aqui as três principais dicas para evitar qualquer problema com o equipamento. Confira agora!

1. Mantenha as revisões em dia

Aquele cuidado básico que faz sempre a diferença! Assim como é importante para o funcionamento das demais partes do veículo, cumprir o cronograma de revisões preventivas indicadas pela fabricante do carro é fundamental para prolongar a vida útil do câmbio automático. 

Como exemplo, no momento da manutenção preventiva, o conversor de torque e engrenagens passam por uma lubrificação necessária – dentro do prazo estipulado.

Considerando a importância das revisões, para aqueles que forem comprar um veículo seminovo, é essencial consultar o histórico do carro para verificar se todas foram realizadas no prazo correto. 

2. Não usar o freio de mão

A presença do câmbio automático no veículo não inutiliza o freio de mão. Muito pelo contrário!

A posição “P” do câmbio automático não foi projetada para suportar o peso do veículo em situações como ladeiras, por exemplo, como um freio estacionário. Sendo assim, o correto é acionar primeiro o freio de estacionamento e depois colocar a alavanca na posição “P”.

Lembrando que, além de sobrecarregar o equipamento, a prática oferece um risco à segurança do motorista e demais passageiros. 

3. Manter maus hábitos

Com a mudança no mercado automotivo dos últimos anos e a popularização dos câmbios automáticos, muitos motoristas realizam o sonho de ter um carro com o equipamento após anos de utilização do câmbio manual. 

A mudança pode fazer com que alguns motoristas mantenham hábitos ruins ao volante, que já eram prejudiciais ao veículo antes, e que se tornam ainda mais problemáticos no que diz respeito ao câmbio automático. 

Para aqueles que têm o costume, por exemplo, de desengatar a marcha nas descidas com o objetivo de economizar combustível, é importante saber que isso é um mito e que pode impactar negativamente no sistema de funcionamento do câmbio automático. 

A prática, além de aumentar o consumo de combustível, compromete a segurança de seus passageiros e ainda pode causar danos no câmbio automático. Atualmente os sistemas de injeção eletrônica já regulam a quantidade suficiente de combustível quando os veículos estão na posição “D”.

Autor

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